Mudança importante!

Curitibano muda estilo de vida após sofrer “baque” na vida e passa a pedalar 60 km por dia

Foto: Átila Alberti/Tribuna do Paraná.

Sem preguiça para percorrer diariamente 60 quilômetros no trajeto de casa para o trabalho e vice-versa. José Adriano Trevizan, 46 anos, chegou a pesar 117 quilos, dos tempos que era dono de um quiosque de sorvete no Centro de Curitiba. O morador de Santa Felicidade está atualmente com 82, uma perda de 35 quilos, um exemplo que o esporte e a confiança podem influenciar para garantir uma vida saudável.

Adriano sempre foi um apaixonado por bicicletas e pelo ciclismo. Aos 16 anos, já dava grandes voltas na cidade e levou esse carinho para o Exército. Ficou sete anos nas Forças Armadas, ganhando campeonatos em várias modalidades desportivas. Ao deixar o Exército, o lado atleta ficou de lado. Viajava frequentemente a trabalho, e a disposição para o exercício ficou de lado.

“Comecei a ficar muito em hotel, comia de tudo nas viagens. Fiquei dois meses na Amazônia, um período bacana, mas quem convive com isso tem noção da dificuldade de estar bem condicionado fisicamente”, disse Adriano.

Em 2012, o curitibano teve um ano complicado. Perdeu emprego e namorada. Para trabalhar, administrou um quiosque de sorvetes na Praça Generoso Marques, no Centro.

“Cheguei a estar com 117 quilos quando administrava a sorveteria, mas tinha o desejo de voltar a andar de bicicleta. Retornei ao esporte dando duas voltas no Barigui, algo que na época já era positivo. Foi importante demais essa retomada”, confessou Adriano

O morador de Santa Felicidade está atualmente com 82, uma perda de 35 quilos, um exemplo que o esporte e a confiança podem influenciar para garantir uma vida saudável. Foto: Átila Alberti/Tribuna do Paraná.

Trabalho no Detran e xingamentos na via

Em 2016, o valor do ponto da sorveteria aumentou. Com mais dificuldades em pagar o dono, Adriano conseguiu um trabalho no Detran/PR, em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. Com a distância de casa ao trabalho em torno de 30 km, decidiu certa vez ir de bicicleta, e aprovou.

“Não é fácil, tem o frio e a chuva, mas vejo que se tornou uma necessidade. O trajeto dura em média 1h15 minutos, já estou acostumado. Nos fins de semana cheguei a fazer 120 km indo para o Litoral. Ainda não participo de muitas competições, é um plano que tenho”, confessou Adriano.

Uma das grandes dificuldades que Adriano precisa superar é a falta de educação dos motoristas. Xingamentos se tornou diário e chegou a sofrer acidente no caminho ao trabalho. “Já tomei retrovisor no cotovelo, fui atropelado na Cidade Industrial, e praticamente todos os dias sou xingado. Curitiba está tentando melhorar a mobilidade urbana, mas as pessoas precisam entender mais o ciclista. Culturalmente somos fracos, na Europa tem o respeito”, completou Adriano. Bora fazer um pedal?

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