O habitual é o bote inflável deslizar nas corredeiras mais radicais dos rios mundo afora. Agora, os aventureiros de plantão do projeto Viva o Verão, organizado pelo governo do Estado através da Paraná Esporte, adaptaram o rafting para o mar. Assim, os turistas podem conhecer o esporte e praticá-lo sem precisar deixar a costa litorânea.

Antes de embarcar nos botes infláveis, os veranistas escutam atentamente as instruções sobre as técnicas de remo e segurança. A equipe é formada por 11 monitores e cinco deles integram a seleção brasileira de canoa. Os passeios duram cerca de dez minutos entre manobras radicais que incluem o giro, que é quando o bico do bote fica para cima, e remadas nas áreas mais calmas. Mas quando o mar está muito agitado, o barco não sai da areia. "Se o mar não estiver calmo, não tem como levar crianças. Por isso, a idade mínima para participar do passeio é 13 anos", alerta Argos Gonçalves Dias Rodrigues, vice-presidente da Confederação Brasileira de Canoagem e coordenador da equipe de monitores do rafting marítimo no Viva o Verão.

A novidade foi muito bem aceita e na última sexta-feira foi realizado o primeiro Campeonato de Rafting Oceânico. Os requisitos são de que cada equipe deve ter sete integrantes. Seis deles para remar e um para resgate. A idade pode variar entre 16 e 40 anos e todos devem saber nadar.

Quem quiser praticar o rafting oceânico deve procurar os postos de atendimento do projeto Viva o Verão no litoral paranaense.

www.ecoterrabrasil.com.br