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Curitiba e Região

Fazenda Rio Grande sofre com ruas despavimentadas

Moradores do Jardim Europa dizem que situação gera à saúde

  • Por Joyce Carvalho, Meia Fina

Moradores do Jardim Europa, em Fazenda Rio Grande, reclamam de uma via recém-criada que ainda não foi asfaltada. O chão batido faz com que suba muito pó quando o tempo está seco.

Quem precisa passar pelo local não tem outra alternativa a não ser respirar o pó. A via é uma continuação da Rua Palmiteiro e termina na Rua Videira, próximo de um novo conjunto habitacional.

“Passo por aqui sempre para ir na casa de familiares. E tem que ficar respirando este pó. Quando chove, chega a ficar um pouco de lama, mas agora está um pouco melhor porque foi passada máquina”, comenta a dona de casa Laís Mariane Candeo. “Realmente levanta muito pó aqui e a gente precisa enfrentar isto. E ficou sem asfalto somente este trecho”, completa a estudante Érika Aparecida Caetano.

Comerciantes e moradores do bairro Eucaliptos, onde está localizada a Rua Videira, confirmaram que a rua foi aberta no final do ano passado, para fazer a ligação com o conjunto de residências no Jardim Europa, para onde os moradores mudaram recentemente. Entre as casas novas há o asfalto e postes de iluminação. Mas ficou faltando a pavimentação desta via de ligação.

Não há qualquer tipo de proteção lateral, mesmo com um córrego cruzando a rua. Existe um barranco ao lado da via e o local não possui sinalização. “Esses dias meu tio acabou com o carro ali dentro. Ele mudou recentemente, não conhecia a via e caiu no buraco”, ressalta Laís.

Reclamação é generalizada

A pavimentação de ruas também preocupa moradores de outros pontos do bairro Eucaliptos. A Avenida Cedro, por exemplo, está com o asfalto bastante castigado com a passagem frequente de ônibus e caminhões.

“Quando veículo pesado passa aqui na rua, a casa toda treme. As ruas na região foram arrumadas e faltou esta aqui”, conta Liliane Cristina do Prado, moradora há 28 anos do bairro.

No Jardim Colonial, a falta de asfalto também preocupa nas proximidades do Colégio Anderson Rangel. “Até a escola tem asfalto e ficou faltando em uma parte. Precisamos de antipó. Quando chove, fica uma lama. Quando está seco, é só pó”, afirma a moradora Adriana Wicki, que mora no bairro há 17 anos.

No bairro Gralha Azul também tem reclamação sobre falta de asfalto. Jacira Costa é moradora da Avenida Perdizes há 10 anos e revela que a rua não tem cobertura adequada. “Na região fizeram o asfalto em muitas ruas, mas esqueceram a minha avenida”, declara.

Morador do bairro Iguaçu I, o agente de escolta Reinaldo Pedrini faz a mesma reclamação. “O bairro está complicado. Não tem asfalto e tem muito mato alto pelos terrenos da região. Tem ainda valeta e tudo isto acaba reunindo muito rato”, aponta.

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