Belém – Fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, agentes da Receita e da Polícia Federal apreenderam ontem 170 metros cúbicos de mogno no Porto de Belém. A madeira, avaliada em R$ 1 milhão, embarcaria como se fosse jatobá. A extração, beneficiamento, transporte, comercialização e exportação do mogno estão proibidos pelo governo brasileiro desde 2001. O despachante da carga fugiu, mas a PF já rastreou a origem da madeira, que iria para as Ilhas Virgens Britânicas, no Caribe, uma nova rota de contrabando. A nota de embarque estava em nome da Exportadora Indústria Comércio de Madeiras Nossa Senhora de Fátima Ltda., com sede em Redenção, no sul do Pará.