Eleição considerada uma revolução

“Ninguém deveria subestimar a mudança”, disse ao jornal o brasilianista Kenneth Maxwell, do Council on Foreign Relations dos Estados Unidos. “Lula faz parte dos 50% da população que sempre foram despojados. Num país de desigualdade inacreditável, isso torna a sua eleição uma revolução”. O jornal britânico salienta que Lula herda um país “quase paralisado pela dívida e com a sua moeda sob pressão dos especuladores”. O principal desafio do novo presidente nos próximos meses, segundo The Guardian, “será o de evitar uma quebra potencialmente devastadora”.

Já o diário espanhol ABC observa que Lula se torna o trigésimo novo presidente brasileiro, “em meio a uma festa popular monumental e uma maré de esperança sem precedente de que ele poderá reduzir as diferenças sociais do gigante sul-americano”.

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