O vereador Adenival Gomes (PT) não vai dar tréguas à Federação Paranaense de Futebol (FPF). Após denunciar uma dívida da entidade com o IPTU de R$ R$ 3,1 milhões, ontem o político denunciou outra relativa ao INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) que soma R$ 4,7 milhões. No total, existem 22 processos registrados em nome da FPF na dívida ativa (em cobrança judicial). A maior parte deles – 16 – está em fase de penhora de bens. Outros 4 encontram-se no estágio de citação de sócios. Dois já estão em fase de leilão. Os dados foram obtidos na página do Ministério da Previdência.

“Somadas, as dívidas de INSS e de IPTU da Federação Paranaense de Futebol somam R$ 7,8 milhões”, afirma o vereador petista. Na dívida referente à Prefeitura, Gomes acredita que o fato de o vice-presidente da entidade ser o secretário municipal de Esporte e Lazer, Juliano Borghethi, a entidade esteja recebendo tratamento diferenciado.

Para exigir transparência nas contas da entidade, Gomes encaminhou uma lista com informações a respeito das dívidas da FPF à Mesa da Câmara Municipal.

Clubes

Mas não é apenas a FPF que está em débito com o INSS. Os clubes também lutam para deixar as contas em dia, tanto com o IPTU quanto com a Previdência. Recorda-se que o Coritiba chegou a penhorar o passe de Pachequinho por dívidas com o IPTU. O Coxa, aliás, também acumula uma dívida alta atualmente com o INSS, segundo a página do Ministério da Previdência na internet: R$ 2.266.310,05, referentes a quatro processos.

Atlético e Paraná não aparecem nos débitos ativos do INSS porque entraram no programa do Refis. No entanto, pela análise do balanço do exercício de 2003, há como saber o quanto cada um deve. O Atlético tem um débito – refinanciado – de R$ 1.460.000,00 e o Paraná, de R$ 806 mil. Ao que parece, o vereador Adenival Gomes (PT) não vai dar tréguas à Federação Paranaense de Futebol (FPF). Após denunciar uma dívida da entidade com o IPTU de R$ R$ 3,1 milhões, ontem o político soltou mais uma informação. A dívida da FPF relativa ao INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) soma R$ 4,7 milhões.

No total, existem 22 processos registrados em nome da FPF na dívida ativa (em cobrança judicial). A maior parte deles – 16 – está em fase de penhora de bens. Outros quatro encontram-se no estágio de citação de sócios. Dois já estão em fase de leilão. Os dados foram obtidos na página do Ministério da Previdência.

“Somadas, as dívidas de INSS e de IPTU da Federação Paranaense de Futebol chegam a R$ 7,8 milhões”, afirma o vereador petista. Na dívida referente à Prefeitura, Gomes acredita que o fato de o vice-presidente da entidade ser o secretário municipal de Esporte e Lazer, Juliano Borghethi, a entidade esteja recebendo tratamento diferenciado. “Queremos saber que providências foram tomadas pela prefeitura em relação a tamanha dívida de IPTU”, afirma o vereador petista.

Para exigir transparência nas contas da entidade maior do futebol paranaense, Gomes encaminhou uma lista com informações a respeito das dívidas tributárias da Federação Paranaense de Futebol à Mesa da Câmara Municipal.

Clubes

Não é apenas a FPF que está em débito com o INSS. Os clubes também lutam para deixar as contas em dia, tanto com o IPTU quanto com a Previdência. Recorda-se que o Coritiba chegou a penhorar o passe de Pachequinho por dívidas com o IPTU. O Coxa, aliás, também acumula uma dívida alta atualmente com o INSS, segundo a página do Ministério da Previdência na internet: um débito total de R$ 2.266.310,05, referentes a quatro processos – um deles, no valor de R$ 62.208,97, sob pedido de penhora.

Já Atlético e Paraná não aparecem nos débitos ativos do INSS porque entraram no programa do Refis (Programa de Recuperação Fiscal). No entanto, pela análise do balanço do exercício de 2003, há como saber o quanto cada um deve. O Atlético tem um débito -refinanciado – de R$ 1.460.000,00 e o Paraná, de R$ 806 mil.