Falta de queixa dificulta investigação

A notícia de que a cada dez assaltos contra postos de combustíveis apenas dois são registrados, não agradou ao delegado Rubens Recalcatti, titular da Delegacia de Furtos e Roubos. “Se não há registro, não há investigações. Se as vítimas não informarem que foram roubadas, não teremos informações para combater este tipo de crime e prender os autores. Desta forma, ficam impunes”, comentou o delegado.

Recalcatti salientou que quando um assaltante de posto é preso, ele pode ser reconhecido e responsabilizado por outros crimes também. Para isto é preciso que se tenha o registro. “Em quanto mais crimes for comprovada a participação do sujeito, mais tempo ele permanece preso”, argumentou.

O delegado informou que os policiais estão trabalhando no caso do latrocínio do empresário Claudino Pizzolato, 59 anos, dono do Auto Posto Chaparal, situado na esquina das ruas Brigadeiro Franco e Basílio Itiberê, no Rebouças. “Temos dados suficientes para chegar aos dois autores”, adiantou o policial.

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