Simone dos Santos e Marcos dos Santos.

Através de uma denúncia anônima, policiais da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) realizaram campana em frente a uma residência, na Rua Domingos Maciel, Jardim Solitude, e conseguiram prender duas pessoas envolvidas com o tráfico de drogas. De acordo com informações do delegado Rubens Recalcatti, os investigadores Luiz Eraldo e Geremias verificaram a informação de que na casa estariam se reunindo indivíduos ligados à prática de roubos e tráfico de entorpecentes. Na frente do local denunciado, os policiais abordaram um indivíduo que se identificou com o nome “frio” de Marcelo Roberto dos Santos, afirmando que estava naquele local para comprar drogas. Em seguida, os investigadores chamaram a proprietária que, ao notar que se tratava da “visita” da polícia, correu para os fundos da casa e jogou um revólver calibre 38, municiado, num terreno baldio, ao lado. A mulher foi identificada como Simone Estevão dos Santos, 26 anos, e durante revista na casa foram encontrados dois tijolos de maconha, totalizando 1,5 quilo.

Dado o flagrante, os investigadores resolveram investigar “Marcelo”, que prontamente revelou ter se identificado com nome falso. Isso porque ele era foragido da Colônia Penal Agrícola (CPA), desde 1998, e possuía contra si mandado de prisão. O nome verdadeiro do detido é Marcos Roberto dos Santos, 28, e foi autuado por falsa identidade. Simone também foi autuada, por porte ilegal de arma e tráfico de drogas.

Viciado morto a tiros

Ontem foi a última vez em que Carlos Martins da Silva, 25 anos, perambulou pelas ruas da Vila das Torres, Prado Velho. À 1h30, o viciado em crack foi executado a tiros na Rua Sérgio Dudek, perto do módulo policial do bairro, sem que houvesse testemunha para descrever o ocorrido.

Carlos morava na vila e estava tomado pela dependência química, conforme relato de parentes. Ontem, vizinhos ouviram tiros e em seguida encontraram o rapaz baleado em frente à casa dele, local onde costumava passar horas sentado. O Siate foi chamado mas nada pôde fazer para salvá-lo.

A Delegacia de Homicídios, que não obteve informações relevantes no local do crime, tem a tarefa de descobrir os assassinos.