Foi adiado, ainda sem nova data definida, o julgamento do ex-agente de segurança Pedro Graciano da Silva, 40 anos, que deveria ter ocorrido ontem no Tribunal do Júri. O adiamento aconteceu a pedido da defesa, porque uma importante testemunha faltou à sessão. Graciano é acusado de tentativa de homicídio. Na tarde de 5 de abril de 2001, ele baleou a ex-mulher, os pais dela e um sargento do Exército dentro do prédio do Tribunal de Pequenas Causas, e depois manteve oito reféns sob a mira de sua arma durante doze horas, até se entregar à polícia.