O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal, preferiu não comentar a situação do câmbio no País. Questionado pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, sobre a estratégia do Banco Central anunciada ontem para tentar conter a crescente escalada do dólar, Portugal disse que não falaria sobre esse assunto. Ele participa, em Brasília, do evento “Intercâmbio de experiência entre a iniciativa privada e o poder público”, organizado pelo Ministério da Justiça.

Após discursar na abertura do seminário, Portugal se reuniu com o presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras, Luiz Carlos Trabuco Cappi, além de representantes do Judiciário e de outras associações do setor financeiro. Essa reunião, privada, faz parte do evento, que ocorre na sede do Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília.

O Banco Central informou ontem ao mercado que vai oferecer até o fim do ano cerca de US$ 60 bilhões em contratos de proteção contra a flutuação da moeda americana, chamados de “swap cambial”, e linhas de crédito com compromisso de recompra.