O Consórcio Gilbués, formado pela Engeglobal Construções (50%) e Bimetal Indústria Metalúrgica (50%), foi o vencedor da disputa do lote A do primeiro leilão de transmissão de 2013. A proposta vencedora foi uma Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 34,550 milhões, deságio de 23,17% em relação à RAP de R$ 44,97 milhões estabelecida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O lote A é composto por uma linha de transmissão de 408 quilômetros de extensão no Estado do Piauí. A obra tem prazo de conclusão de 36 meses. O objetivo com o empreendimento é ampliar a capacidade de integração da região Norte e Nordeste com a região Sudeste, em função da geração de energia oriunda das Bacias dos Rios Xingu, Tocantins e Tapajós, juntamente com montante de geração eólica dos últimos leilões de energia.

Candidataram-se também para disputar o lote Abengoa, Cymi, Isolux, Taesa, Alupar e Consórcio Boi Bumbá (Eletrosul, Copel e Elecnor), mas apenas cinco efetivamente apresentaram propostas. Os dois consórcios que apresentaram os maiores deságios na entrega dos envelopes, de 18,72% (Gilbués) e de 16% (Boi Bumbá), foram para a disputa viva-voz.