O futebol paranaense perdeu um dos seus representantes. Nesta semana, o J. Malucelli anunciou que fechou as portas após 19 anos no na estrada. “Não participamos nem do arbitral da Série Prata. Cansamos, desanimamos”, afirmou o presidente de honra do Jotinha, Joel Malucelli.

O time foi punido com a perda de 16 pontos por causa da escalação irregular do atacante Getterson no Estadual. Apesar de ter recorrido em todas as instâncias, a punição foi mantida e o Jotinha acabou rebaixado para a segunda divisão estadual.

Com a decisão pelo fechamento tomada, nem as categorias de base do Jotinha permanecem funcionando. “Para ter a base, obrigatoriamente teríamos de participar do profissional. Assim, encerramos a base também”, completou o dirigente.

Apesar do fim do J. Malucelli, Joel Malucelli não deve ficar longe do futebol. Coxa-branca de coração, o empresário pretende ajudar o Coritiba no retorno à Série A.

“Neste período pretendo ajudar o Coxa. Precisamos de presidentes experientes. O clube precisa ter um triunvirato forte que se respeite”, disse Malucelli, que foi presidente do clube entre 1996 e 1997.

Na época em que Joel ocupou a presidência do Coxa, o poder era distribuído entre três dirigentes – além dele, integravam o triunvirato Sérgio Prosdócimo e Edison Mauad.

No entanto, Malucelli garante que não almeja — e que também não foi convidado — para ocupar um cargo dentro do Coxa. Muito menos promete colocar seu dinheiro para formar o elenco que jogará a Segundona.

“Quero ajudar com experiência… Com R$ 100 milhões por ano que entra (de receita), não há necessidade (de investir dinheiro”, afirmou.