A parceria do Atlético com o Clube Andraus Brasil, firmada no ano passado, pode dar um prejuízo de R$ 300 mil ao Furacão. No mês passado, o Ministério Público do Trabalho do Paraná (MPT-PR) ganhou, em primeira instância, na 9ª Vara do Trabalho de Curitiba, uma ação contra os dois clubes por desrespeitar os diretos de atletas em formação. Durante uma inspeção realizada ainda no ano passado pelo organismo de fiscalização estadual, diversas irregularidades foram encontradas no local onde eram realizadas as avaliações. O Andraus também terá que pagar R$ 300 mil.

Durante a inspeção, realizada juntamente com o Ministério do Trabalho e Emprego, foi constatada a falta de higiene nos locais de alojamento, falta de armários em quantidade suficiente, além da falta de chuveiros no local de alojamento. Segundo o MPT-PR, o Andraus e o Atlético também deixavam de dar qualquer tipo de assistência médica, educacional e psicológica aos atletas.

Contratado pelo Atlético, o Andraus realiza os testes com os garotos e encaminha os que se destacam para integrarem as equipes de base do Rubro-Negro. Na oportunidade, foram encontrados 29 menores de idade realizando as avaliações, sendo dois deles com idade inferior a 14 anos, o que é proibido por lei.
As irregularidades, no entanto, não pararam por aí. O Andraus cobrava para os meninos que eram reprovados nos testes o valor adicional de R$ 1500 para os mesmos ganharem novas oportunidades de ingressar nas categorias de base do Atlético. Segundo a Lei Pelé, a cobrança pelos treinamentos profissionalizantes é ilegal e o clube também foi condenado por isso.

Outro lado

A reportagem Tribuna 98 entrou em contato com o presidente de honra do Andraus, Nadim Andraus e o mesmo admitiu as irregularidades, que pagará a ação, mas que já providenciou as benfeitorias no seu centro de treinamentos onde são realizadas as avaliações dos jovens jogadores. “O Ministério Público do Trabalho pediu que realizássemos as benfeitorias e já providenciamos tudo no nosso centro de treinamentos. Está tudo resolvido e vamos pagar a ação”, informou.

A parceria do Atlético com o Clube Andraus Brasil, firmada no ano passado, pode dar um prejuízo de R$ 300 mil ao Furacão. No mês passado, o Ministério Público do Trabalho do Paraná (MPT-PR) ganhou, em primeira instância, na 9ª Vara do Trabalho de Curitiba, uma ação contra os dois clubes por desrespeitar os diretos de atletas em formação. Durante uma inspeção realizada ainda no ano passado pelo organismo de fiscalização estadual, diversas irregularidades foram encontradas no local onde eram realizadas as avaliações. O Andraus também terá que pagar R$ 300 mil.
Durante a inspeção, realizada juntamente com o Ministério do Trabalho e Emprego, foi constatada a falta de higiene nos locais de alojamento, falta de armários em quantidade suficiente, além da falta de chuveiros no local de alojamento. Segundo o MPT-PR, o Andraus e o Atlético também deixavam de dar qualquer tipo de assistência médica, educacional e psicológica aos atletas.
Contratado pelo Atlético, o Andraus realiza os testes com os garotos e encaminha os que se destacam para integrarem as equipes de base do Rubro-Negro. Na oportunidade, foram encontrados 29 menores de idade realizando as avaliações, sendo dois deles com idade inferior a 14 anos, o que é proibido por lei.
As irregularidades, no entanto, não pararam por aí. O Andraus cobrava para os meninos que eram reprovados nos testes o valor adicional de R$ 1500 para os mesmos ganharem novas oportunidades de ingressar nas categorias de base do Atlético. Segundo a Lei Pelé, a cobrança pelos treinamentos profissionalizantes é ilegal e o clube também foi condenado por isso.
Outro lado
A reportagem Tribuna 98 entrou em contato com o presidente de honra do Andraus, Nadim Andraus e o mesmo admitiu as irregularidades, que pagará a ação, mas que já providenciou as benfeitorias no seu centro de treinamentos onde são realizadas as avaliações dos jovens jogadores. “O Ministério Público do Trabalho pediu que realizássemos as benfeitorias e já providenciamos tudo no nosso centro de treinamentos. Está tudo resolvido e vamos pagar a ação”, informou.