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Investigações

Mulher, encontrada morta por crianças, era funcionária da Colônia Penal Agrícola

  • Por Gustavo Marques
Foto: Reprodução/Facebook.

Foi identificada como Aline Miotto Nadolny, de 26 anos, a mulher encontrada morta na tarde desta quinta-feira (6), em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). O corpo foi localizado por crianças que voltavam da escola, ao lado do muro da Colônia Penal Agrícola e neste sentido, a Polícia Civil investiga a possibilidade de que o crime possa ter ocorrido dentro do presídio.

“É uma situação complicada e seria prematuro afirmarmos isto. No entanto, tudo leva a crer que possivelmente uma pessoa detida esteja envolvida neste homicídio. A morte dela foi por asfixia com o próprio cachecol”, disse o superintendente Job de Freitas.

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Vítima trabalhava no presídio

Aline era terapeuta ocupacional e trabalhava na Colônia Penal Agrícola, também localizada em Piraquara. A polícia investiga como ela teria chegado ao trabalho, pois o último sinal do aparelho celular ocorreu no Bairro Alto da XV, em Curitiba. “Estamos no aguardo do depoimento do marido que está completamente arrasado com a notícia. Ela vai ser velada em Santa Catarina e depois iremos aprofundar mais a investigação”, ressaltou o superintendente.

Sem testemunhas

Apesar de muitos curiosos no local do crime, a vizinhança não relatou nenhuma novidade para os policiais. “A região é de fácil acesso, mas ninguém ouviu ou comentou algo”, finalizou Job de Freitas.

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9 Comentários em "Mulher, encontrada morta por crianças, era funcionária da Colônia Penal Agrícola"


rogério barros
rogério barros
2 meses 12 dias atrás

tira esse texto isso é mentira

Tekomo Ohabo
Tekomo Ohabo
2 meses 12 dias atrás

A vítima não trabalhava no presídio. Essa manchete errada vai ficar aparecendo na tribuna até quando? Estão esperando o estagiário chegar na segunda-feira para mudar o texto?

Alberto Roberto
Alberto Roberto
2 meses 13 dias atrás

Não sabia que presídio oferecia acompanhamento de T.O. pra v@ggabun do.

JOAQUIM  TEIXEIRA IRA
JOAQUIM TEIXEIRA IRA
2 meses 14 dias atrás

Só que na BandaB o marido e uma amiga dizem que ela não trabalhava na Penitenciária, mas sim num lar de idosos. Aí tem arte da grande. Pode pesquisar que acha arte.

Oscar Aglio
Oscar Aglio
2 meses 14 dias atrás

Bem complicado o caso. Pode ser tudo: execução como recado de facção, crime passional ou, ainda, simples latrocínio e desovo do corpo no local da Colônia Penal, apenas para atrapalhar as investigações. Vamos esperar os laudos da polícia científica e o desenrolar do caso.

Oldboy
Oldboy
2 meses 14 dias atrás

Podem ser algumas coisas, mas é difícil latrocínio na porta do presídio…

rogério barros
rogério barros
2 meses 14 dias atrás

sério ? por acaso sabe o que é um latrocinio ou roubo seguido de morte que pode ou não ter acontecido no local onde encontraram o feretro mas isso não desfaz a tipificação penal a que o ilicito é inferido

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