O Piauí tem sete candidatos ao governo do Estado: o atual governador e candidato à reeleição Antônio José Moraes Souza Filho, o Zé Filho (PMDB), o senador Wellington Dias (PT), o ex-senador Francisco de Assis Moraes Souza, o Mão Santa (PSC), Maklandel Aquino (PSOL), Daniel Solon (PSTU), Lourdes Melo (PCO) e Neto Sambaíba (PSL). Mas a eleição está polarizada entre Wellington Dias e Zé Filho.

O governador Zé Filho é sobrinho de Mão Santa, que foi governador por duas vezes no Piauí e foi cassado no último ano do segundo mandato acusado de corrupção eleitoral. A esposa do governador, Juliana Moraes Souza é deputada estadual e candidata à reeleição pelo PMDB.

Zé Filho era vice-governador e assumiu o governo com a renúncia do então governador Wilson Martins (PSB), que deixou o mandato para ser candidato a senador. Inicialmente, o candidato a governador deste grupo político era o deputado federal Marcelo Castro (PMDB), que iniciou a campanha, mas depois foi substituído pelo governador Zé Filho.

O senador Wellington Dias também foi governador em dois mandatos e renunciou ao mandato para ser senador. Agora quer ser governador novamente. A deputada estadual Rejane Dias (PT), esposa do senador, é candidata à deputada federal neste pleito. Se Wellington for eleito governador pela terceira vez, ele vai renunciar ao mandato de senador e em seu lugar assume a primeira suplente Regina Sousa, que é a presidente estadual do PT no Piauí.

Wellington Dias lidera as pesquisas de intenção de votos. Ele tenta a eleição em primeiro turno, mas o governador Zé Filho tenta forçar a eleição em dois turnos. Os candidatos Maklandel Aquino e Daniel Solon aparecem com pouco mais de 1% das intenções de votos. E Lourdes Melo e Neto Sambaíba representam um traço nas pesquisas de intenção de votos.