Um corte de 14,3 mil e litros mensais da quota de combustível dos integrantes da Mesa Executiva foi anunciado nesta terça-feira pelo 1º secretário Plauto Miró Guimarães (DEM).

A medida corresponderá a uma redução de gastos no valor de R$ 60,5 mil mensais. A Diretoria Geral, que recebia 1.500 litros por mês, deixará de ter direito a gastos com combustível. Já os deputados estaduais mantêm a prerrogativa de ressarcir R$ 4,5 mil mensais em gastos com gasolina comprovados com nota fiscal.

As cotas anteriores representavam um total de 34,3 mil litros de gasolina por mês, o correspondente a R$ 89,1 mil mensais. A partir de abril, as cotas passam a somar 23 mil litros por mês. A Presidência e a 1ª Secretaria, que tinham direito a 4,5 mil litros de gasolina por mês, passam a contar com 2 mil litros cada; a 2ª Secretaria, que dispunha de 2, 4 mil litros passa a ter 1,5 mil litros; a 3ª Secretaria passa de 2,4 mil litros para  1 mil. A 4ª e a 5ª Secretarias permanecem com suas quotas de 1 mil.

A 1ª Vice-Presidência, que tinha direito a 4 mil litros, terá a partir de abril 1,5 mil litros, e a 2ª e 3ª Vice-Presidências permanecem com os mesmos 1 mil litros que já recebiam.

Não houve redução na quantidade de combustível para as lideranças do Governo e da Oposição, que continuam com o direito de ressarcir 1,5 mil litros mensais. As lideranças partidárias e de blocos também preservaram suas quotas de mil litros por bancada, definidos pelo decreto anterior.