O novo Mercado de Flores da Ceasa Curitiba está sendo projetado para ser mais que um simples pavilhão de vendas. Com investimento de R$ 50 milhões do Governo do Paraná, o edifício de 4.845,1 m² foi desenhado pelo arquiteto Domingos Henrique Bongestabs, responsável também pela Ópera de Arame. O projeto busca combinar transparência, luz e espaços de convivência, com o objetivo de se tornar um ícone turístico no bairro de Curitiba.

continua após a publicidade

Localizada no Tatuquara, a estrutura contará com praça central, área para eventos, praça de alimentação, espaço para feira de produtor rural e 84 boxes para comercialização de flores, insumos e produtos da agroindústria familiar. O design preserva características da identidade arquitetônica de Curitiba, como o uso de arcos na fachada e piso em pedra portuguesa, remetendo a outros pontos turísticos da cidade.

A transparência do edifício foi pensada para favorecer a iluminação natural, essencial para a saúde das plantas e sua visualização pelos clientes. A cobertura será metálica para reduzir o ganho de calor solar, enquanto a luz natural entrará principalmente pelas laterais. O projeto prevê ventilação controlada e cobertura resistente a intempéries.

Acessibilidade e funcionalidade foram priorizadas, com o projeto todo em um mesmo nível, sem escadas, facilitando a circulação de pessoas e mercadorias. A estrutura é dividida em dois blocos: um para exposição, vendas e eventos, e outro para serviços e administração.

continua após a publicidade

O novo Mercado de Flores visa melhorar as condições de trabalho, com ambiente mais iluminado, ventilado e organizado. A separação entre área de exposição e operações logísticas busca otimizar o fluxo de clientes e mercadorias.

Localizado de frente para a BR-116, o projeto pretende impulsionar o desenvolvimento do bairro Tatuquara, atraindo novos visitantes e potencialmente novos negócios para a região, seguindo exemplos de outros pontos turísticos de Curitiba que valorizaram seus entornos.

continua após a publicidade