A pedido do governo do presidente Hosni Mubarak, o Parlamento egípcio estendeu ontem por dois anos a vigência do estado de emergência no país. A medida, decretada em 1981, após a morte do líder Anwar Sadat, permite prisões sem acusação e restrições à liberdade de expressão no país. Segundo a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, Washington se “desapontou” com os egípcios.