Nicarágua não comenta chegada de sobreviventes do ataque colombiano

O governo nicaragüense não se pronunciou sobre a suposta chegada ao país de duas colombianas sobreviventes do ataque de Bogotá contra um acampamento das FARC, em território equatoriano, em 1º de março.

As colombianas Doris Bohórquez e Martha Pérez foram resgatadas com vida por autoridades equatorianas e estiveram hospitalizadas até dias atrás.

Em Quito, informou-se hoje que viajaram à Nicarágua, onde o presidente de sandinista, Daniel Ortega, lhes ofereceu asilo político.

As duas colombianas, ao que parece, eram membros da guerrilha, e viviam no acampamento próximo à fronteira com a Colômbia que foi atacado por Bogotá, em uma ação que matou 26 pessoas, entre elas o dirigente Raúl Reyes.

Porta-vozes da chancelaria nicaragüense não atenderam chamadas telefônicas da ANSA em Manágua, nem houve um informe oficial sobre a eventual chegada das duas mulheres ao país.

Outra sobrevivente do ataque, que desencadeou uma crise na região, a mexicana Lucía Morett, está na Nicarágua há algumas semanas, ainda que as autoridades de seu país tenham dito que ela poderia viajar livremente ao México.

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