Quatro pessoas que se apresentam como tios e avó de Danieli, 13 anos, seqüestrada aos cinco dias de vida em uma maternidade de Santos (SP), coletaram sangue hoje na Polícia Científica de Curitiba. O exame de DNA é prova definitiva para incriminar também neste caso a empregada doméstica Silvânia Clarindo de Souza, presa pela polícia paulista. Ela já confessou ter retirado do mesmo hospital Danieli e outras duas crianças que registrou como filhos.

Para os parentes de Márcia Aparecida Jeremias, provável mãe biológica de Danieli, a expectativa é pelo desfecho satisfatório de um caso que se arrasta desde dezembro de 1990. Na época, Márcia morava em Santos e deu à luz uma menina saudável, que planejava batizar Vanessa. Antes que a criança completasse uma semana, uma mulher que se passou por enfermeira entrou no berçário do Hospital Guilherme Álvaro e a levou. O caso ganhou repercussão na imprensa paulista e a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) -órgão semelhante ao Cope no Paraná – passou a investigá-lo. (Leia mais na edição de amanhã do jornal O Estado do Paraná)