A perda de fôlego na geração de postos de trabalho, no crescimento da renda e na concessão de crédito explica a expansão menor do setor de serviços em 2013. O crescimento nominal foi de 8,5%, contra um avanço de 10,0% em 2012, informou a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quarta-feira, 19

“Assim como o comércio, que cresceu menos em 2013 em relação à taxa apresentada em 2012, os serviços também. A partir do momento em que essas variáveis básicas para o comportamento do consumo regridem, em termos de crescimento, certamente isso vai influenciar o desempenho desses setores”, explicou Nilo Lopes, técnico da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE.

A taxa de crescimento nominal dos serviços acumulada em 12 meses ficou praticamente estagnada desde abril de 2013, oscilando ao redor de 8,5%. “Nós vemos uma estabilidade desde abril”, reforçou Lopes.