O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), apurado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou em agosto, ao sair de variação de 0,73% em julho para 0,31%. O grupo Mão de Obra puxou o resultado, ao passar de taxa de 1,05% em julho para 0,03% em agosto.

O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços acelerou para 0,63% em agosto, de 0,37% em julho. O índice relativo a Materiais e Equipamentos foi para 0,63%, de 0,43% em julho, enquanto o indicador de Serviços subiu para 0,59% em agosto ante 0,15% em julho.

Entre as maiores influências positivas do INCC-M de agosto estão vergalhões e arames de aço (de -0,28% para 2,30%), projetos (de 0,94% para 1,52%), argamassa (de 2,29% para 1,32%), tijolo/telha cerâmica (de 0,04% para 1,01%) e esquadrias de alumínio (de 0,81% para 0,91%).

A lista de maiores influências negativas é composta por vale-transporte (de -2,34% para -0,86%), engenheiro (de 1,67% para -0,09%), ladrilhos e placas para pisos (de 0,41% para -0,74%), rodapé de madeira (de -0,43% para -0,31%) e taco/tábua corrida para assoalho (de 0,03% para -0,26%).