Abertas 15.233 vagas de janeiro a junho. 

Curitiba registrou, no primeiro semestre de 2007, o melhor desempenho da última década na criação de empregos com carteira assinada. Foram abertas 15.233 vagas de janeiro a junho, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período do ano passado. Com as novas vagas, o setor de emprego formal na cidade chega a 552 mil postos de trabalho. Os dados são da Secretaria Municipal do Trabalho e Emprego, com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

?Este recorde tem reflexos muito positivos para a cidade. Significam melhores condições de vida para a população, maior desenvolvimento e diminuição na desigualdade social?, disse o prefeito Beto Richa ao receber o relatório semestral do emprego em Curitiba, da Secretaria Municipal do Trabalho.

O histórico do primeiro semestre no período entre 1997 a 2007 revela dois movimentos distintos: de 1997 a 2003, uma grande oscilação no saldo de vagas e, a partir de 2004, um forte e crescente movimento no nível de emprego, culminando com o recorde registrado até junho de 2007.

O estudo foi apresentado pelo secretário municipal do Trabalho, Manasses Oliveira, que destacou o histórico dos primeiros semestres, no período entre 1997 e 2007. ?São dois movimentos distintos: de 1997 a 2003 houve uma oscilação no saldo de vagas. Depois de 2004, durante a gestão do prefeito Beto Richa, registrou-se um forte e crescente movimento dos empregos, até chegar ao recorde registrado nestes seis primeiros meses do ano?, diz Manasses.

O setor que mais empregou entre janeiro e junho foi o de serviços, com 7.064 novas vagas. Em seguida, vem o comércio, que registrou saldo de 3.464 novas vagas. A indústria de transformação teve 2.515 novos trabalhadores, enquanto a construção civil registrou a abertura de 1.953 postos. O único setor que diminuiu o número de contratações foi a administração pública, que teve saldo negativo de 30 vagas, o que representou queda de 0,16%.

A variação no número de postos de trabalhos criados -de 1997, com 453.141 empregos, até o primeiro semestre deste ano, com 552.421 – foi de aproximadamente 22%.