Cahe, médico de Maradona há 30 anos, ressaltou que houve um avanço considerável do ex-jogador em aceitar o tratamento psiquiátrico: "esta é a primeira vez que Diego aceita se tratar por sua dependência. Isso me enche de esperanças.

Na primeira etapa na Clínica Avril, que duraria – no melhor dos casos – dois meses, Maradona não poderá ser visitado por seus parentes. Além disso, não terá qualquer espécie de privilégio em relação aos outros pacientes da clínica.

Ele tampouco poderá receber a imprensa, nem sequer ligar para o pequeno grupo de amigos jornalistas que possui. A clínica anunciou que não fornecerá relatórios médicos à mídia nesse período.

Somente sua família será informada sobre a evolução do tratamento médico. "Diego sempre brincou com a morte. Mas desta vez estou otimista. Ele vai avançar e sair desta situação", sustentou Cahe.