Boff espera que Papa pense mais na humanidade e invista no diálogo

O teólogo e escritor Leonardo Boff, expoente da Teologia da Libertação, disse há
pouco esperar que o novo papa "pense mais na humanidade do que na Igreja" e que
"mantenha o diálogo com outras Igrejas e com a ciência para buscar os melhores
caminhos para a humanidade". O novo papa, Joseph Ratzinger, Bento XVI, foi
favorável à punição de "silêncio obsequioso" sofrida por Boff durante o
pontificado de João Paulo II e sempre criticou duramente a corrente do teólogo
dentro do catolicismo. "Como cristão, aceito e respeito a decisão, fruto da
escolha dos cardeais. Mas haverá dificuldades em amar esse papa, por causa da
posições perante a Igreja e o mundo", disse Boff.

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