A carta de Dylan Farrow sobre o suposto abuso em 1992 voltou as atenções para a investigação da polícia ocorrida à época. A condução foi criticada quando o fiscal do condado de Litchfield, Frank S. Maco, disse que acreditava existir “causa provável” para acusar Allen, mas que não o faria para não traumatizar a menina.

Meses antes, especialistas em abuso de menores do Hospital Yale-New Haven foi trazida para examinar o caso e concluiu que Dylan não havia sido molestada.

Maco, que foi jubilado em 2003, afirmou que o prazo para as acusações venceu há ao menos 15 anos. De qualquer forma, não é o que Dylan pede. Ela apela à opinião pública. Quer que os fãs o vejam de forma diferente. A Divisão de Justiça Penal de Connecticut afirmou não reavaliará o caso a menos que receba uma solicitação.

Os acontecimentos de 1992 se produziram pouco depois de Allen se envolver com a filha adotiva de Mia, Soon-Yin Previn. Allen não era o pai adotivo de Previn. Eles se casaram em 1997 e têm duas filhas adotivas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.