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Seminário revê o legado revolucionário de Stanislavski

Foi uma das grandes revoluções do século 20. Primeiro, as ideias de Konstantin Stanislavski ganharam corpo nas encenações do Teatro de Arte de Moscou. Depois, ele organizou em livros suas concepções acerca da interpretação. O que o artista russo propunha era diferente de tudo o que existia. Não significava uma continuação do que se expunha nos antigos manuais. Mas uma ruptura da maneira tradicional de ensinar.

O seminário 150 Anos de Stanislavski, que ocorre desta terça, 10, até quinta, 12, na SP Escola de Teatro, tem a intenção de rever esse legado. O pensamento daquele que concebeu uma técnica, não um estilo.

Um meio de se alcançar algo e não exatamente um fim em si mesmo. “Essa efeméride dos 150 anos está sendo comemorada em vários lugares. Achei que não deveria passar em branco por aqui”, diz o ator Ney Piacentini, que fará a mediação das mesas do evento e também vai ministrar uma oficina para atores.

Durante o seminário, os seis convidados devem fazer uma avaliação do pensamento de Stanislavski. Em sua exposição, a francesa Marie-Christine Autant-Mathieu, estudiosa do tema, irá fazer um retrospecto histórico e também trazer algumas novidades. “Serão dados reveladores para nós, com coisas que não constam nos livros mais conhecidos”, observa Piacentini. O diretor Sergio de Carvalho, da Cia. do Latão, divide a mesa com a pesquisadora estrangeira. Deve trazer um relato menos teórico, explorando a experiência de seu grupo com o método russo.

SEMINÁRIO 150 ANOS DE STANISLAVSKI – SP Escola de Teatro. Praça Roosevelt, 210, 3775-8600. 3ª a 5ª, às 19 h (oficina, 10 h/ 13 h). Grátis.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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