Depois de O mistério do relógio na parede e Um vulto na escuridão, as aventuras do pequeno Lewis e de sua amiga Rose Rita estão cada vez mais assustadoras e perigosas. Em A carta, a bruxa e o anel (tradução de Alves Calado, Record, 208 páginas), John Bellairs reúne um mágico e misterioso anel numa aventura de arrepiar, repleta de suspense e magia.

O terceiro volume das aventuras de Lewis Barnavelt, um garoto de dez anos, que sonha com aventuras e mistério em sua vida, traz à baila um tema pouco usual no gênero: a face maligna que aflora em cada um dos personagens. John Bellairs, falecido em 1991, é um dos mais consagrados autores juvenis dos Estados Unidos.

E a Editora Nova Fronteira apresenta o último livro da série A Sétima Torre, escrita pelo australiano Garth Nix a partir de uma idéia do cineasta George Lucas, autor de Guerra nas estrelas.

No exército que luta pela paz em A grande violeta, a presença que mais surpreende, no entanto, é a do Corvo, o jovem membro da Resistência que traíra Tal anteriormente e que, agora, parece querer sinceramente ajudá-lo, apesar da desconfiança do menino.

Repor a Grande Pedra em seu lugar no alto da Torre Violeta e com isso restaurar o Véu é a missão de Tal, Milla e de todos que se unem para a batalha final.

Bernard Cornwell, por sua vez, está de volta em O arqueiro (Record, 444 págs.). Depois da trilogia As crônicas de Artur, suas aventuras históricas voltam-se para os cavaleiros em busca do lendário Santo Graal, tendo por cenário a Guerra dos Cem Anos, no século XIV.

A saga tem início com a história de Thomas, um jovem de 18 anos, que se junta aos arqueiros do exército inglês, então em luta contra a França, para recuperar um objeto precioso roubado de sua aldeia quando foi saqueada e seu pai morto: a lança de São Jorge. O vilão chama-se Arlequim e tem outro plano: ganhar o poder através do cálice que serviu Jesus na última ceia.