O site oficial do Atlético abriu um canal de comunicação direto do torcedor para com o homem forte do clube: Mário Celso Petraglia, presidente do Conselho Deliberativo. Algumas perguntas freqüentes, como patrocinador e montagem do time, estão sendo o que mais interessam a torcida rubro negra nesse momento.

Sobre a questão de patrocínio para a Arena e a camisa, Petraglia diz que ainda não está definido por uma exigência dele e devido a uma possível valorização da marca Atlético. “Queremos o melhor a valores que entendemos que merecemos. Com a definição da vinda da Copa do Mundo para Curitiba e como faremos um contrato até 2015, os valores subirão bastante. Temos segurança que faremos um novo e ótimo contrato, no momento e pelo valor certo. Tanto para o novo nome da Arena, como para a camisa”, disse.

O presidente também foi indagado sobre o seu tempo de permanência no clube, que perdura desde 1995. Segundo ele, a missão está quase cumprida. “Logo vocês ficarão livres do Petraglia. Não se preocupem. Outros virão, com menos dificuldades do que quando recebi o clube e iniciei a transformação. Deixaremos o Atlético com a melhor e mais moderna estrutura do País, sem dívidas e com a marca conhecida nacional e internacionalmente”, salientou.

Perda de jogadores

Uma das coisas que prejudica, e muito, o futebol brasileiro é a transferência de jogadores, de forma desenfreada, para a Europa e Ásia. Em decorrência disso, o mercado está muito fechado e qualquer jogador mediano está querendo fortunas. “Infelizmente têm acontecido todos os anos a perda de jogadores para outros centros. Quanto à reposição, não existe e está muito difícil. O que sobra é revelações jovens ou atletas que não vingaram fora e retornam de certa forma frustrados, querendo continuar a ganhar fortunas. Fica fácil para eles, mas para os clubes impossível”.

Reforços

Para finalizar, Petraglia afirma que o elenco não está fechado e que o clube segue a procura de reforços. “Estamos procurando mais um lateral direito, um meia e um atacante. Dentro das nossas exigências, com valores morais, técnicas e possibilidades para realmente virem e jogar. Não traremos jogadores ‘meia-boca’. A nossa prateleira está cheia. Estamos estocados com alguns aguardando transferências. Não queremos mais fazer esse tipo de contratação – como ocorreram recentemente, inclusive. Erros e mais erros. Não temos o direito de continuarmos errando. Chega!!!” terminando a entrevista visivelmente irritado com a colocação do time neste Brasileiro.