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De Letra

Clima de festa

Paratiba teve emoções de todos os tipos, dentro e fora de campo

Torcidas de Coritiba e Paraná Clube empurraram seus times o tempo todo e fizeram o Couto Pereira, literalmente, tremer

  • Por Juliana Fontes
Couto Pereira estava lotado e festa inicial foi do Coxa, mas paranistas comemoraram no fim. Foto: Hedeson Alves

O clássico entre Coritiba e Paraná Clube, que aconteceu no último sábado (8), foi emocionante não só dentro de campo, com os times buscando a vitória, que acabou ficando com o Tricolor por 3×2, mas também pelo espetáculo popular e a atmosfera festiva que tomou conta das arquibancadas do Couto Pereira.

Ingressos promocionais, rivalidade regional e a vontade de que os times pudessem subir posições na Série B do Campeonato Brasileiro foram os elementos que resultaram em uma partida marcante para apaixonados pelo futebol, sobretudo aqueles que apostam no esporte ‘raiz’.

+ Leia também: Com gol e lágrimas, Jenison é personagem da virada do Tricolor

Um total de 37.636 pessoas estiveram presentes para prestigiar um momento visto por muitos como nostálgico. Paratiba no Couto com as arquibancadas cheias, literalmente estremecendo, remeteu à década de 1990, quando os times sabiam que se enfrentariam em alto nível dentro de campo, apoiados por seus torcedores.

Torcida do Coritiba fez bonita festa no Couto Pereira, com o Green Hell. Foto: Hedeson Alves

Torcida do Coritiba fez bonita festa no Couto Pereira, com o Green Hell. Foto: Hedeson Alves

Cumprindo mais uma vez seu papel, a torcida dos donos da casa provou que está fazendo bonito nesta Segundona. Em todos os jogos realizados no Couto pela competição, o público passou de 30 mil pessoas. Ações promocionais da diretoria, que reduziu o preço dos ingressos, e a vontade de ver o time novamente na Série A impulsionaram os coxas-brancas a transformarem o estádio em um ‘green hell’. O famoso espetáculo com fogos de artifícios na cor verde foi apresentado um pouco antes do início ao jogo para deixar claro de quem era o território.

+ Mais na Tribuna: Coxa admite erros no clássico e vê pressão aumentar

Do lado tricolor, quatro mil ingressos foram colocados à venda e se esgotaram. Em contraste ao verde que predominava no Alto da Glória, o espaço visitante se transformou no ‘mar branco’, que no grito foi um diferencial para empurrar o Paraná Clube para a vitória.

Torcida do Paraná também compareceu em peso e fez um 'mar branco' na casa do rival. Foto: Hedeson Alves

Torcida do Paraná também compareceu em peso e fez um ‘mar branco’ na casa do rival. Foto: Hedeson Alves

Dentro de campo, muitos componentes que comprovaram ser um verdadeiro clássico: gol de artilheiro da competição, gols desperdiçados de maneira incrível, defesas espetaculares dos goleiros, gol de atacante que estava há tempos sem balançar as redes, virada no placar e choro – de Jenison, ao marcar o terceiro do Tricolor.

+ Confira a classificação completa da Série B

O momento era de tensão, a vitória valia muito para os dois lados, mas, ainda assim, o jogo era uma atração. Famílias no estádio, cerveja liberada para aqueles que gostam de ver a partida com o copo na mão, novo mascote do Coritiba sendo apresentado – o Vovô Coxa foi repaginado -, amigos reunidos, enfim, diversas eram as particularidades que comprovaram que o Paratiba foi uma festa para os apreciadores do futebol.

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51 Comentários em "Paratiba teve emoções de todos os tipos, dentro e fora de campo"


Ricardo Soares
Ricardo Soares
16 dias 13 horas atrás

nunca mais venho nesse lugar

cleverson ramos
cleverson ramos
16 dias 15 horas atrás

sem contar que apanharam no terminal do capão raso.

JOAQUIM  TEIXEIRA IRA
JOAQUIM TEIXEIRA IRA
16 dias 15 horas atrás

Vejam pelo lado positivo. Estão aprendendo a perder. Desta vez foi um corinho de Coxa eu te amo, outro de Vergonha, vergonha, um aqui outro ali de Fora Samir, mas pelo menos não quebraram o estádio e nem agrediram os rivais e a polícia. Devagarzinho eles aprendem a perder, porque ganhar vai demorar.

Fabiano Duarte
Fabiano Duarte
16 dias 16 horas atrás

Se tem uma coisa engraçada nesse espaço é quando provocam o vovô Soares, provavelmente aposentado e com seus óculos bifocais fica pirando na nostalgia, realmente acredita que aquele clubéco de bairro era maior que o Furacão kkkk

Ricardo Soares
Ricardo Soares
16 dias 13 horas atrás

SEMPRE FOI. A decada de 1.960 passaram brigando com os demais pra nao emprestarem o pantanoso, se cag. de inveja em 1.967. Ate’ o conluio de 1.968. Ai começaram a tentar imitar o “jeito BOCA-NEGRA de ser”, no que ainda insistem. A partir dali começaram a se aprumar.

Antonio  Brasileiro
Antonio Brasileiro
16 dias 14 horas atrás

O tal ricardo Soares tem um blog chamado “bocanegraeternamente41”. Por isso fica de tititi aqui!

Ricardo Soares
Ricardo Soares
16 dias 13 horas atrás

Outros pegaram pra tocar mas relaxaram. Ficou obsoleto.

Fabiano Duarte
Fabiano Duarte
16 dias 16 horas atrás

Podem se abraçar com o cincão FC e serem os arquirivais do estado, estão no mesmo nível técnico, estrutural e administrativo, porém parem de mendigar ao CAP jogadores que tem levado o parná grub grub nas costas blz?

Antonio  Brasileiro
Antonio Brasileiro
16 dias 18 horas atrás

Confesso: nunca vi um clássico tão emocionante! Pinga-mijo quase lotado; cerveja escorrendo pelos buracos das arquibancadas; cochas e paralixos chorando. Uns de tristeza outros de alegria. Um dia/noite para ficar na história do maior clássico da segunda divisão do Brasil jogado no Estado do Paraná.

Ricardo Soares
Ricardo Soares
16 dias 17 horas atrás

Na verdade o maior classico paranaense, de raiz, o antigo BOCAS x COXAS, o CORI-CAF a quem KRUEGER, o idolo exemplar de todas as torcidas (inteligentes) sempre se referia, na sua postura costumeiramente respeitosa.

General
General
16 dias 17 horas atrás

Tão raíz que o Boca nem existe….kkkkkk….kkkkk

Ricardo Soares
Ricardo Soares
16 dias 11 horas atrás

Se tem uns cara que tem toda razao em ter pavor do apelido BOCA-NEGRA, sao os atleticanos, pelo que ele significa. Perfeitamente compreensivel.

Ricardo Soares
Ricardo Soares
16 dias 14 horas atrás

O BOCA, e’ a propria raiz.

Ricardo Soares
Ricardo Soares
16 dias 17 horas atrás

Mas o KRUEGER, como o NICAO, que foram recentemente, sao dos tempos do futebol e de gramados, claro -quem diria ? – de verdade.
BOCAETERNAMENTE.

General
General
16 dias 17 horas atrás

Potreiros de verdade é o que você quiz escrever…..verdadeiros potreiros…..kkkkk…kkkkk…kkkk

Ricardo Soares
Ricardo Soares
16 dias 18 horas atrás

Inveja e’ aquela m. Que vontade se escrever por extenso.

Ricardo Soares
Ricardo Soares
16 dias 18 horas atrás

E’ que esse classico tem raizes reais e historicas. Nao e’ um produto midiatico, inventado em 1971, quando o Ferroviario mudou de nome para Colorado.

Ricardo Soares
Ricardo Soares
16 dias 18 horas atrás

Oque era a mesma coisa. Continuavamos BOCA-NEGRAS. E os COXAS, continuavam COXAS.

Antonio  Brasileiro
Antonio Brasileiro
16 dias 14 horas atrás

Vai escrever no teu blog, que assim teus paralixos te aplaudirão! aqui é conversa de boteco, com palavrão e tudo.

Ricardo Soares
Ricardo Soares
16 dias 18 horas atrás

Portanto, PARATIBA e’ um classico que vem de uma historia real. KRUEGER e NICAO sabiam essas coisas. Mas a referencia e’ a outro nivel.
BOCAETERNAMENTE.

Antonio  Brasileiro
Antonio Brasileiro
16 dias 14 horas atrás

BOCAFECHADAETERNAMENTE, vc quis dizer! kkkkkkkkkk

Fabiano Duarte
Fabiano Duarte
16 dias 16 horas atrás

Que Krüger e nicão vovô Soares, o 1° foi um homenageado por dedicar a vida ao clube mas conquistou meros rurais, que boca nada, clubes medíocres de uma época amadora e triste do futebol do estado

Ricardo Soares
Ricardo Soares
16 dias 10 horas atrás

O Coritiba de Krueger & Cia., amador ? Nasceu na decada de 1.990 , o senhor ?

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