Em menos de dez meses da segunda gestão do presidente Leonardo Oliveira, a diretoria do Paraná Clube já teve três perdas de dirigentes, que pediram para deixar o cargo. O ambiente turbulento e de pressão fez com que o mandatário do Tricolor cogite em mudanças internas.

O próprio presidente ressaltou que irá fazer uma avaliação dos nomes escolhidos junto aos conselheiros, que irão definir a forma de eleger os novos membros do G5.

“Nós nos propusemos a tocar o clube de uma certa maneira e com as regras que nós tínhamos no momento. A partir do momento que se muda essa premissa, nós temos o direito de reavaliar a nossa posição também”, avisou Oliveira, em entrevista à Rádio Transamérica.

“Tudo tem limite. Toda entrega tem limite, e chegando a esse limite, nós temos que pensar no bem da família”, acrescentou ele, nitidamente insatisfeito com a postura de alguns membros..

No começo da semana, o primeiro vice-presidente, Jamil Thomaz, pediu para deixar o Paraná Clube. Antes, o gestor financeiro Fernando Geraldi, e o segundo vice-presidente, Jefferson Klipel já haviam pedido para sair. Segue na diretoria Oliveros Machado, braço direito do presidente.

“A substituição desses membros vai ser definida pelo Conselho Deliberativo. Dependendo do que for definido, nós vamos decidir se temos o apoio do clube. Eu não me coloco como um ditador”, disse Leonardo Oliveira.

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Osmar Tomasi vai assumir a gestão financeira. O novo dirigente trabalhou com Leonardo Oliveira na gestão passada, entre 2015 e 2017. “A saída foi uma opção única e exclusiva deles. Tem que se respeitar. Não há o que se julgar e se discutir uma posição pessoal”, completou o presidente.

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