Novos presidentes do Trio de Ferro estão em guerra

As novas diretorias de Atlético, Coritiba e Paraná Clube tomaram posse no final do ano passado. A expectativa da torcida era pelas alterações nos departamentos de futebol e novidades nos bastidores dos clubes.

No entanto, os começos de mandato de Mario Celso Petraglia, Vilson Ribeiro de Andrade e Rubens Bohlen têm sido marcados por “guerra das notas oficiais”. Em torno da polêmica discussão está o local em que o Furacão mandará os seus jogos na temporada, já que a Arena da Baixada está fechada para obras visando a Copa do Mundo de 2014.

O Tricolor foi o primeiro a expor a reunião que teve com o presidente rubro-negro. Em nota oficial, a cúpula paranista destacou que aguardava uma resposta do Atlético, após propor o empréstimo da Vila Capanema por R$ 100 mil por jogo. No mesmo documento, o Paraná revelou que o Furacão já teria fechado com o Coritiba para mandar seus jogos da Série B, no estádio Couto Pereira.

No dia seguinte, a diretoria do Verdão publicou uma mensagem em seu site oficial, protestando contra a falta de ética dos dirigentes paranistas e desmentindo a informação. Na última terça-feira, foi a vez da cúpula atleticana manifestar o seu protesto contra a diretoria do Paraná. No mesmo dia, à noite, a diretoria do Tricolor voltou a se manifestar publicamente, desta feita contra Petraglia e pediu desculpas ao Coritiba.

Enquanto os clubes entram em conflito através das notas oficiais, muitos assuntos ficam pendentes junto aos torcedores. As obras na Arena da Baixada seguem paradas e o Atlético sem saber onde jogará; o Paraná luta contra uma crise institucional e o Coritiba ainda não resolveu se comprará o terreno do Pinheirão ou se construirá um estádio novo nos arredores do Alto da Glória.

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