O meia hondurenho Roger Espinoza concedeu entrevista coletiva nesta quarta-feira, em Porto Feliz, e aproveitou para rechaçar a afirmação do técnico da seleção da França, Didier Deschamps, de que a seleção de Honduras tem um futebol que se utiliza da força além do necessário. Os dois times se enfrentam domingo, no Beira-Rio, na estreia dos dois times na Copa.

O jogador justificou o grande número de cartões recebidos pela seleção de Honduras nos amistosos pré-Copa pelo fato de o país não ter muita tradição e ser menos respeitado no campo de jogo pelos árbitros.”Não somos agressivos. É que, às vezes, com Honduras se conversa menos. Não somos França, Brasil ou Argentina. Os uruguaios, argentinos e ingleses são fortes, não só Honduras”, explicou.

Ainda segundo o jogador de 27 anos, que atua no Wigan, da Inglaterra, a afirmação de Deschamps, não fere o orgulho da equipe, já que “os treinadores jogam um jogo fora de campo”. “Vamos jogar do nosso jeito. Não nos importa o que dizem os outros. Não vejo assim, então isso não me importa. Só quero jogar meu jogo.”