No dia 27 de agosto, o Coritiba terá um novo vice-presidente. Em reunião extraordinária convocada pelo conselho deliberativo, o clube irá escolher, por meio de uma votação, quem irá ocupar a vaga deixada por Ernesto Pedroso, que no final de julho renunciou o cargo.

O nome mais forte para assumir a função é o do conselheiro Paulo Thomáz de Aquino. Segundo Omar Akel, presidente do conselho deliberativo, Aquino foi uma indicação do próprio presidente coxa-branca, Vilson Ribeiro de Andrade, e foi bem aceito dentro do Alviverde. “Na nossa última reunião, o presidente Vilson Ribeiro apresentou a carta de renúncia do Ernesto Pedroso e já indicou também o nome do Paulo Thomáz de Aquino. E fui muito bem acolhido”, disse ele.

Apesar disto, outros candidatos podem surgir. Qualquer associado do clube há pelo menos 48 meses, ou que já tenha sido conselheiro anteriormente, e que não tenha nenhum tipo de irregularidade, pode inscrever seu nome na secretaria do conselho até o próximo dia 20, às 18h.

Desta forma, elimina-se a possibilidade de Vilson Ribeiro de Andrade exercer a dupla função. Após a saída de Pedroso, o dirigente afirmou que ele mesmo iria assumir o cargo que ficou em aberto. Porém, de acordo com o estatuto do clube, é preciso eleger um substituto.

No entanto, cabe ao próprio presidente definir qual será a função de cada um dos quatro vice-presidentes. Ou seja, neste caso, ele pode assumir as funções deixadas por Pedroso, que cuidava do futebol. “O estatuto prevê que esta vaga tem que ser preenchida. Temos o presidente e mais quatro vices. A distribuição interna de funções é de livre escolha do presidente”, explicou Omar Akel.

Os outros vice-presidentes da atual gestão são Márcio Schwab, responsável pelas finanças, Fernando Eugênio Ghignone, que cuida do marketing, e Nadir Antônio Elache Filho, encarregado pelo patrimônio.