Diante do iminente fim das relações clubes/fundos de investimentos, o Atlético se antecipou e escapou das complicações geradas pelas normatizações da Fifa e CBF. A venda dos direitos econômicos do atacante Marcelo é o exemplo perfeito da manobra legal – feita pelo clube para fugir de qualquer dificuldade.
Ainda em dezembro o Furacão sacramentou a venda de 50% dos direitos econômicos do atacante por 4 milhões de euros (cerca de R$ 13,5 milhões). No mesmo mês, o grupo Doyen, que deverá ser atingido em cheio pelas novas regras, o repassou para o Flamengo.

“Eles (Atlético) com certeza correram contra o tempo para viabilizar o negócio e se precaverem do que poderá acontecer. Estão todos com medo e sem saber as consequências dessas mudanças todas”, afirmou Pablo Miranda, um dos representantes de Marcelo.

Garantido

O fato do negócio todo ter sido realizado ainda em 2014 dará participação plena ao grupo de investimentos em negociações futuras. Possivelmente a negociação de Marcelo foi uma das últimas bem sucedidas por grupos de investimentos no Brasil.