Ibagué, Colômbia – O discurso entre os jogadores do Athletico após a derrota por 1×0 para o Deportes Tolima, na Colômbia, era de que nada está perdido. Na noite de terça-feira (5), no estádio Manuel Murillo Toro, na cidade de Ibagué, o Furacão fez sua estreia na Copa Libertadores 2019, mas começou sua caminhada com o pé esquerdo.

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Ainda que o início da sexta participação do time na maior disputa do continente sul-americano não tenha acabado bem, os atletas acreditam que o Rubro-Negro tem totais condições para se recuperar e ainda brigar por uma vaga na fase seguinte da competição. O próximo compromisso é diante do Jorge Wilstermann, da Bolívia, no dia 14, e depois encara o Boca Juniors, no dia 2 de abril.

“A gente se preparou muito pra esse momento. Foi um jogo bom, tivemos oportunidades no segundo tempo, mas erramos ao tomar o gol de bola parada. Agora é ter mais atenção, trabalhar mais para vencermos o segundo jogo”, disse o zagueiro Thiago Heleno.

O jogador atribuiu o resultado a vários fatores, entre eles a ansiedade pela estreia e também o fato de que ainda falta ritmo ao time, que apenas tinha feito amistosos em 2019, não entrando oficialmente em campo na temporada.

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“A gente sabia que seria um jogo difícil, truncado, o time deles tem um preparo físico muito bom, mas temos condição de melhorar. Estávamos um pouco ansiosos, um jogo fora de casa é difícil e muito diferente dos amistosos que a gente fez”, explicou o defensor.

O Furacão terá agora uma sequência de três partidas em casa pela Libertadores e isso poderá fazer a diferença na recuperação na tabela de classificação.

“Agora vamos jogar em casa diante de nosso torcedor, mais leves e soltos por termos feito a estreia. Nosso time tem muita qualidade e o torcedor tem que acreditar”, arrematou o General.

Sorte?

Enquanto conversava com a imprensa na zona mista – área em que os jornalistas têm acesso para falar com os jogadores – Thiago Heleno foi ‘bombardeado’. Posicionado em uma das saídas do estádio, logo abaixo das arquibancadas, o jogador foi atingido no braço por um cocô de pombo e brincou com a situação.

“Será que é sorte?”, disse, aos risos.

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