Hoje começa a luta por vagas no ataque rubro-negro para encarar o Corinthians, no próximo sábado, em São Paulo. E será bem disputada. Os novos reforços querem mostrar serviço para buscar renovação contratual enquanto os que já estão na casa precisam melhorar para não perder a posição. Essa concorrência tende a ser benéfica para o clube, que tem sofrido com a falta de gols no Brasileirão.

O Atlético tem a média de apenas um gol por jogo, o que representa o pior poderio ofensivo da competição ao lado do lanterna Fluminense. Dos 26 gols anotados neste campeonato pelo Rubro-Negro apenas 7 saíram dos pés (ou cabeça) dos atacantes de ofício (quadros). Os artilheiros da equipe são Marcinho (meia-atacante) seguido de Paulo Baier (meia-armador).

No total oito jogadores vão disputar as duas vagas na frente. Alex Mineiro e Wallyson retornam ao grupo em busca da titularidade. O primeiro após recuperar-se de uma lesão e o outro depois de cumprir suspensão automática.

Geílson, que ressuscitou diante do Palmeiras, fez boa partida e pede uma sequência de jogos para se firmar. O garoto Patrick quer deixar de ser apenas uma opção no banco.

Rodrigo Tiuí e Brasão, são os recém-contratados e começam a treinar com o grupo em busca de espaço. Além desses atacantes, dois jogadores que são meia-atacantes podem e vão brigar diretamente por posições lá na frente. Marcinho que é o artilheiro do Furacão no Brasileirão (7gols) e Wesley, o atual curinga do time e imprescindível na equipe.

Diante de tantas opções, Antônio Lopes é quem vai ter que quebrar a cabeça para encaixar melhor as peças e fazer o time render ofensivamente. Diante do material à disposição, Lopes até pode apresentar variações interessantes e montar um time ofensivo.