Você já deve ter ouvido falar, lido ou assistido algum filme ou até toda a série do jovem bruxo Harry Potter. E é sobre a trajetória profissional e o sucesso da escritora desta série J.K.Rowling (foto), que a transformou de desempregada a bilionária que vamos falar hoje.

O início Joanne era uma mãe solteira que morava em Edimburgo que dependia do seguro-desemprego concedido pelo governo britânico e não via nenhuma perspectiva financeira. Entre 1990 e 1994 seus dias eram dedicados aos afazeres domésticos e cuidados com a filha recém-nascida que quando dormia era arrastada pela mãe em um carrinho para o café mais próximo, onde a escritora se dedicava por horas em escrever as aventuras e dramas de de Harry Potter.

A ação e o preconceito Como manuscrito em mãos, Joanne enviou para um agente literarário que o recusou. Acreditando no potencial da autora, este mesmo agente ofereceu o manuscrito à editora Bloomsbury que sugeriu o uso de iniciais em vez do nome Joanne por acreditar que os garotos teriam preconceito com uma autora mulher. Em junho de 1997 Harry Potter chegava às livrarias inglesas sob autoria de J. K. Rowling.

A virada

Como adiantamento recebido da editora, J. K. Rowling que dava aulas de francês para se sustentar, pode enfim se dedicar exclusivamente à literatura. Hoje, todos seus livros viraram best-sellers com mais de 600 milhões de cópias vendidas e traduzidos para 68 idiomas em mais de 200 países.

Sua fortuna é estimada pela Forbes em 1 bilhão de dólares colocando-a financeiramente a frente até da Rainha Elizabeth II. Além do dinheiro que ganha com os livros, recebe royalties pela venda dos diversos produtos com o tema da saga, principalmente pelo sucesso da franquia dos livros no cinema.

Aumentando sua capacidade de acreditar Joanne rabiscava ideias durante o trajeto de trem da sua casa ao trabalho que se tornou a saga literária infanto-juvenil com adaptação para o cinema mais lucrativa da história. Como está a sua capacidade de acreditar nas próprias idéias?

* Sem ideias? Continue tentando que as ideias não vêm fácil mesmo.

* Tem ideias, mas elas parecem inviáveis? Trabalhe-as adequadamente. Peça palpites, estudemais, pesquise mais.

* Apareceram obstáculos? Use a criatividade, a persistência e a negociação para contorná-los.

* Não deu certo? Na segunda vez você terá mais experiência, mais recursos para fazer acontecer.

* A descrença pode ter várias raízes e, como ela é sempre prejudicial, é bom investigá-la.

* Está com medo? Controle esse medo e prepare-se para o melhor! Faça o possível e o impossível para acreditar. Afinal, os padres filósofos já diziam: “você tem de ver para crer”.