O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) já manifestou o interesse em privatizar ou extinguir a TV Brasil. A emissora pública já teve altos e baixos. Muitos programas da emissora, em especial os educativos, foram até premiados internacionalmente. Era a antiga TVE, com sede no Rio de Janeiro, mantida pela Associação Roquete Pinto. No jornalismo, destaque para os programas Sem Censura, comandado anos por Leda Nagle, e também o Observatório da Imprensa, criado pelo jornalista falecido este ano Alberto Dines, que avaliava a cobertura da imprensa brasileira em assuntos nacionais e internacionais.

A programação infantil também foi destaque, principalmente nas décadas de 1970 e 1980, com as produções de Cocoricó e com o Daniel Azulay, na Turma do Lambe-Lambe. Na década de 1980, uma parceria com a TV Cultura, de São Paulo, fez com que as produções ganhassem mais fôlego. A TV Cultura é uma emissora mantida pelo Governo do Estado de São Paulo.

Em 2007, no primeiro governo Lula, a TV Brasil começou a perder suas antigas características. A concorrência da internet e a era digital e de canais por assinatura fez com que a emissora governamental perdesse espaço. Vale lembrar que emissora pública pode ter apenas apoio cultural, diferente de patrocínios. Não há propaganda nos intervalos da programação, apenas chamadas dos apoiadores quando é chamada a atração. Com as novas plataformas de comunicação, o novo governo vê na privatização do Rede Brasil como uma forma de cortar gastos. Você concorda com a privatização ou extinção da TV Brasil?

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