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Augusto Mafuz

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Opiniões, crônicas e informações exclusivas sobre o mundo do futebol, em especial o Atlético Paranaense.

A um Passo da Eternidade

  • Por Augusto Mafuz

Em Barranquilla, pela Sul-Americana, no 1º jogo da final, Junior 1×1 Atlético.

Quando a solução de um jogo de futebol depende da razão, não há dúvida: o melhor não perde. A solução do jogo em Barranquilla só dependia de quem tinha a razão a favor de si: do Atlético Paranaense. Sendo mais time que o Junior, bastaria que jogasse o futebol que o jogo exigiria. E razão não exigia jogar bonito; ou informava, que jogar bonito era jogar certo, diminuindo o risco, mesmo que não fosse belo.

Como é divino quando a razão está do lado do time do coração da gente. Não há virtude maior em um time em decisão, do que confiar em si próprio, acreditar que o jogo proposto é o jogo certo. E se há algo que modela esse Furacão de Tiago Nunes (e é só dele), é a confiabilidade no que faz.

O jogo foi o jogo esperado. Não precisa de análises eruditas ou teorias complexas para explicar que o empate (1×1), foi a dose certa e justa para o que o Furacão se propôs e jogou.

No 1º tempo parecia sentir muito peso do jogo. Mas foi dele, na cabeça de Léo Pereira, a única bola com cheiro de gol. Tiago Nunes interveio no intervalo, avançou o time, e Pablo, em jogada de contra-ataque de Nikão, fez o gol rubro-negro.

Sem Pablo substituído por Roni, por contusão, o acelerado Junior atacou. E empatou: González, aproveitando uma rebatida curta de Jonathan empatou.

E logo depois, o Furacão apresentou uma virtude que ainda não havia precisado mostrar: a sorte. O pênalti de Roni recebeu uma cobrança excêntrica do zagueiro Perez; um chutão, que bateu na trave superior de Santos.

E jogando assim, o Atlético foi tocando a vida como o jogo exigia. Defendendo, marcando, correndo, truncando, levando o Junior à loucura.

Na Baixada a história é outra.

Esse time do Atlético, ainda mais quando veste vermelho e preto, é o retrato do heroísmo, parecendo ser formado por torcedores saídos da arquibancada. Dá uma lição de vida.

“A um Passo da Eternidade” é o título do impagável filme de Fred Zinneman, da famosa cena na praia com Burt Lancaster e Debora Kerr.

Bruno Guimarães foi o melhor em campo.

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