Caro leitor, tenho repetidamente falado aqui nesta coluna e no blog no Paraná Online sobre vários temas ligados à saúde e qualidade de vida. Temos tratado de questões relacionadas também à parte estética e de performance esportiva, mas nosso foco principal tem sido a saúde, o resgate da saúde, que devolve a alegria e a autoestima, gerando disposição para realizar atitudes práticas, e não ficar somente na mesma falácia, e se queixando por não estar se sentindo bem consigo mesmo a cada vez que se olha no espelho, ou vai experimentar uma roupa. E aí vem a depressão e o desânimo, que geram a culpa, a ansiedade e por fim a compulsão por mais comida, que é um dos poucos prazeres que ainda restam no cotidiano agitado de um cidadão trabalhador normal. Muitos de nós vivem nesse circulo vicioso em algum momento de nossas vidas em menor ou maior grau.

Quebrar o funcionamento de ciclo vicioso é fundamental, mas não é um processo fácil. Recentemente foram divulgados os dados atualizados sobre a obesidade no Brasil, e o resultado foi que 51% da população brasileira encontra-se em sobrepeso, pois o estilo de vida moderno favorece que as pessoas engordem cada vez mais.

Nesta coluna criamos um planejamento teórico e prático pra resgatar aquilo que chamo de “Equilíbrio Orgânico”, que é normalizar as funções do organismo e deixá-lo saudável e equilibrado.

Começamos lá atrás com uma visão geral de qualidade de vida, e fomos incorporando dicas e informações em doses leves e homeopáticas, de forma a fazer o leitor ir digerindo os conteúdos aos poucos, e sempre relacionando os temas com as situações e os problemas reais do dia a dia, que a maioria das pessoas enfrentam na hora de querer melhorar sua qualidade de vida, melhorar sua alimentação, deixar de ser sedentário, enfim, viver plenamente e feliz nessa questão de saúde e auto estima física, que por fim é ligada diretamente ao lado pessoal e psicológico também, e por isso batemos tanto nessa tecla do exercício como agente anti-depressivo. Todos já ouviram falar da endorfina, que quer dizer “endogenous morphine” ou seja, a nossa própria morfina, produzida pelo nosso organismo como um prêmio, uma sensação de alívio e bem estar por ter executado um trabalho árduo.

Nossos avós e ancestrais sempre precisaram trabalhar no pesado para sobreviver, ainda é normal aquelas senhoras fortes do interior de idade avançada que ainda realizam seus trabalhos de carpir, lidar com os animais etc. Isso sempre foi natural e é necessário para o corpo humano, e por isso os exercícios hoje em dia servem para simular o trabalho pesado de antigamente. Pense nessas coisas e tome uma atitude para sair do sedentarismo, vá ate meu blog no Paraná Online e leia desde o início lá tem informações e dicas de como realizar isso de forma concreta.

(Esta coluna está sendo republicada excepcionalmente hoje)