A polícia ainda não tem solução para a morte de Rachel Lobo Oliveira Genofre, 9 anos. Em 5 de novembro de 2008, ela foi encontrada morta, dentro de uma mala, na rodoferroviária, com marcas de violência e abuso sexual.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que as investigações seguem desde o dia do desaparecimento da menina, em 3 de novembro. Várias linhas de investigação foram descartadas e hoje a polícia trabalha com duas, mas não comenta quais são. “Em momento algum deixamos de ter a solução do caso Rachel Genofre como absoluta prioridade”, afirmou o delegado-geral da Polícia Civil, Marcus Vinícius Michelotto.

 

Família

As declarações da polícia não confortam a família, que acredita que a morte de Rachel é esquecida a cada ano. No blog sobre o caso Rachel, a tia da menina Maria Carolina Lobo Oliveira desabafa: “Neste ano, em especial, acreditamos que as investigações diminuíram de intensidade, sem um suspeito mais concreto, o número de testes de DNA e as novidades sobre o caso quase se extinguiram.”

Em junho, a família entrou com uma ação contra o Estado, para que o poder público seja responsabilizado por falhas e negligências que teriam ocorrido nas primeiras etapas da investigação, como supostos erros na perícia.