“Se você tem amor a vida pare de investigar o caso da máquininha.” Esta foi a frase dita por um homem que ligou para o celular do delegado Armando Braga, da Delegacia de Homicídios, responsável pelas investigações do assassinato do empresário Kelson Fernando Freitas, 26, que atuava no ramo das máquinas caça-níqueis. Ele foi morto na madrugada de domingo.

O delegado disse que o número do telefone não apareceu no visor de seu celular, pois o autor da ligação, provável autor do crime, tomou o cuidado de colocar “número não identificado”. Mas o policial já entrou em contato com a companhia telefônica, que deverá fornecer o número, que será usado como mais uma prova do homicídio.