Em relação à matéria “MPF cobra abertura integral dos postos de saúde em Umuarama”, veiculada ontem em O Estado e que também relatava que o MPF constatou desvio de dinheiro encaminhado ao município para a realização do projeto Segundo Tempo, do Ministério dos Esportes, a prefeitura esclareceu em nota que ainda não houve citação da ação civil pública resultante dessa apuração, mas que a mesma não deve ser diferente da medida cautelar anteriormente colocada pela procuradoria.

Segundo a prefeitura, os argumentos de tal medida já foram “rechaçados” pela Justiça por impossibilidade de concluir a respeito da ocorrência de tais irregularidades.

A prefeitura defende ainda que não há provas “robustas” de qualquer desvio. De acordo com a nota, “o recurso recebido foi integralmente aplicado no programa”, as aquisições de material e alimentação se deram por licitação, não houve pagamentos irregulares e a execução do projeto foi acompanhada porrelatórios trimestrais.