Frentistas não chegaram a acordo a respeito do reajuste salarial. A reunião foi ontem à tarde na sede do sindicato dos proprietários de postos de combustível (Sindicombustíveis) e os patrões pedem mais dez dias de prazo para deliberar sobre o assunto.

A categoria reivindica reajuste de 11,3%. O presidente do Sindicombustíveis, Roberto Fregonese, explica que a inflação acumulada nos últimos 12 meses é de 4,88%, ou seja, “estão pedindo mais que o dobro da inflação, o que para nós representa aumento substancial”. Mesmo assim, Fregonese diz que as negociações não param.

O presidente do Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis de Curitiba, Região e Litoral (Sinpospetro), Lairson Sena, acredita na negociação, mas avisa que a categoria está mobilizada. “São cinco sindicatos representando 35 mil trabalhadores no Estado. Caso não haja consenso, esta seria a primeira greve da categoria no Estado”, reforça.