O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau Público de Curitiba e Região Metropolitana (Sinditest-PR) vai solicitar à direção do Hospital de Clínicas (HC) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) esclarecimentos sobre de uma parede no anexo B do hospital, que teria ocorrido ontem pela manhã. Segundo o diretor de imprensa do sindicato, Ricardo Gomes de Oliveira, as reformas que estão acontecendo no HC para a construção da unidade de emergência interferiram na queda da estrutura.

Há quinze dias uma parede já havia desmoronado no mesmo local. Conforme o sindicato, a empresa que está realizando a obra comprometeu-se que não haveria riscos de novos desmoronamentos. Oliveira alegou que a queda ofereceu perigo aos funcionários e às pessoas que estavam próximas do acidente. “O sindicato vai solicitar um novo laudo à direção do hospital e exigirá medidas do reitor da UFPR, Carlos Moreira Júnior, sobre a situação dos funcionários e da comunidade que fica prejudicada com a falta de atendimento”, destacou. Oliveira afirmou que o bate-estacas da obra é que prejudicou a parede.

Inusitado

O diretor-geral em exercício do HC, Antônio Carlos Boaretti, explicou que na realidade não foi uma parede de concreto que caiu, e sim, uns tapumes de madeira que foram colocados no local justamente quando houve a primeira queda. “O vento estava muito forte a acabou derrubando a marquise que estava lá.

Felizmente ela caiu no local, onde está sendo feita a obra e não machucou ninguém”, disse o diretor, garnatindo que tudo não passou de um grande susto. Boaretti salientou que a fundação na nova ala do HC está sendo feita com uma tecnologia sem o uso de bate-estacas.