“Acho que nasci sabendo aconchegar. O aconchego é saudável, faz bem para o espírito e é divertido. Acredito que os clientes vêm a mim por várias razões. Os mais velhos são sozinhos, suas mulheres já morreram e precisam apenas de alguém para ficar com eles, passar algum tipo de contato humano”, explica em entrevista ao “Daily Mail”. O comentário é de Jackie Samuel, de 29 anos, que resolveu abraçar, dormir e acalentar pessoas por dinheiro para pagar seus estudos. Ela recebe em torno de R$ 525 por dia (cobra US$ 60 a hora), e “dorme” com até 30 pessoas por semana, incluindo mulheres, aposentados, veteranos de guerra, ou seja lá quem estiver carente.

Segundo ela, as pessoas mais jovens que a procuram, geralmente, estão vivendo algum tipo de relacionamento problemático e outros ficam apenas curiosos por saber como funciona o trabalho. Os serviços são oferecidos em qualquer lugar. Jackie geralmente vai à casa do cliente, que, normalmente, opta por receber o “aconchego” numa grande cama de casal. Mas existem algumas ressalvas: não é permitido tocar em partes dos corpo cobertas por roupas. Para deixar a delimitação bem clara, Jackie está sempre vestida com pijamas para atender os clientes.

Conforme informações do jornal britânico, o negócio está dando tão certo que a moça já tem uma ajudante, Colleen, que, em algumas ocasiões, atende junto com Jackie, para que possam dar abraços duplos nos clientes.