O governo do estado vai esperar o término do relatório do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) sobre as 300 toneladas de lixo tóxico que vieram de Cubatão (SP) para as instalações da Essencis, em Araucária, para definir o que fazer com os resíduos.

O contrato inicial, suspenso pelo secretário estadual do Meio-Ambiente, Luiz Eduardo Cheida, previa a vinda de 20 mil toneladas. “Essa quantidade não vem mais e temos de ser bastante cautelosos com o lixo que está aqui”, explicou.

Em laudo anterior, o IAP detectou a presença de pentaclorofenol, conhecido popularmente como pó-da-china. A importação de resíduos de agrotóxico foi proibida pelo Conselho Estadual do Meio-Ambiente (Cema) em agosto do ano passado. O novo estudo quer determinar qual a real porcentagem da substância. (Leia mais na edição de amanhã de O Estado do Paraná)