O Banco do Brasil coloca em funcionamento, em junho próximo, o centro de atendimento ao cliente, um megaempreendimento instalado em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, que vai usar, quando completo, quatro mil funcionários em três turnos, funcionando 24 horas por dia, sete dias por semana. “Os primeiros duzentos e cinqüenta funcionários já estão em treinamento e, até maio de 2005, pelo menos quatro mil estarão trabalhando no centro”, disse ontem, em Curitiba, Rui Simon Paz, Gerente Geral da Central de Atendimento.

Já a partir de junho, quando começa a funcionar a nova central, clientes do Banco do Brasil, de qualquer parte do País, precisarão discar um único número para o atendimento. “E, através do telefone, nosso cliente poderá fazer todo tipo de transação, as mesmas que hoje ele faz através do balcão ou dos nossos equipamentos eletrônicos”, explicou Paz.

A central será a mais moderna da América Latina, utilizando equipamentos de última geração. Outra, semelhante (chamada espelho), será instalada no Nordeste, para atender qualquer eventualidade.

Investimentos

“O Banco do Brasil reinveste no Paraná, R$ 1,29 para cada R$ captado”, disse o Superintendente Estadual Edemar Mombach, enquanto os outros bancos reinvestem apenas R$ 0,77. A Agricultura ainda é o setor mais beneficiado. Dos R$ 7,3 milhões já investidos, R$ 4,2 estão no campo. O restante está distribuído em R$ 1,2 milhão para empresas; R$ 0,8 para pessoas físicas e R$ 0,9 para o comércio internacional.

O Paraná ficou com 15,7% dos recursos destinados para o agronegócio na safra 2003/2004, R$ 3,06 bilhões dos R$ 19 bilhões dirigidos ao setor. “Para se ter uma idéia da evolução do investimento feito pelo BB no campo, basta vez que em 1998/1999 foram destinados R$ 950 milhões ao setor. Este ano, até o final da safra 2003/2004 teremos atingido R$ 3,2 bilhões em recursos”, acentuou Mombach.

Convênio

Em almoço ontem na Superintendência Estadual do BB, foi assinado convênio com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais, que destina R$ 1 milhão para financiamentos dentro da linha do Proger Urbano. Cada profissional vinculado ao sindicato terá crédito de até R$ 10 mil para comprar equipamentos de informática ou utilizar como capital de giro.

Podem se habilitar ao financiamento, jornalistas que atuem como profissionais liberais, portadores de conta-corrente, afiliados ao sindicato, sem vínculo empregatício ou que não participem direta ou indiretamente como sócio ou cotista de empresa. O juro será de 6% ao ano mais TJLP, com prazo de 36 meses.