Uma das pinturas expostas na Soma Galeria, no bairro Bigorrilho, em Curitiba, foi levada do espaço durante a festa de virada de ano realizada entre a noite de 31 de dezembro e a madrugada de 1º de janeiro. A obra, intitulada “A pele da pintura (para dora longo bahia)”, assinada pelo artista Gustavo Magalhães, segue desaparecida.
A ausência da pintura foi percebida pela proprietária da galeria, Malu Meyer, na manhã de segunda-feira (5/1), quando retornou ao local. Desde o evento de Ano-Novo, a galeria permaneceu fechada.
“Percebi que a obra não estava lá quando cheguei à galeria. Desde então, apenas as funcionárias da limpeza haviam entrado no espaço, e elas não notaram a falta da pintura”, relatou à Tribuna do Paraná. “Agora estamos na busca.”
A obra estava fixada em uma das paredes da galeria e possui dimensões reduzidas: 22 por 16,5 centímetros, pouco maior do que um caderno no formato A5. Apesar do tamanho, é um trabalho de um artista com trajetória reconhecida no circuito artístico contemporâneo.
Gustavo Magalhães é natural de Goioerê, no interior do Paraná, e formado pela Universidade Estadual do Paraná (Unespar). Trabalhos da mesma série da pintura desaparecida já foram expostos no Museu Municipal de Arte de Curitiba (MuMA).
Um boletim de ocorrência foi registrado e o caso está sob apuração. A obra integra o acervo pessoal da proprietária da galeria. Mesmo diante da situação, Malu acredita que o episódio possa ter sido um furto sem motivação comercial.
“Não acredito que tenha sido para revenda. Pode ter sido porque a pessoa gostou, por molecagem ou até para colocar na parede de casa”, afirmou.
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